Não leve a mal, por favor. Minhas birras e malcriações são somente fruto da insegurança rotineira. As palavras feias que digo são apenas para perceber que não sou irrelevante. Eu sei, você deve estar se perguntando que amor é esse que ao carinho age sem jeito, aparentemente trata com pouco caso e responde com palavras afiadas na primeira oportunidade.
Eu te respondo: também não entendo, em mim existe um medo, um grande medo desses sentimentos todos. Não sei lidar bem com eles, nunca soube. A felicidade sempre veio muito fácil, a tristeza nunca durou muito mesmo que viesse acompanhada da melancolia. Agora o amor, esse nunca soube achar seu lugar aqui. Sempre aparece, mas raramente está completamente confortável. É desastrado, acaba pisando em alguma coisa, desarrumando os fatos, brigando com os outros, criando confusão. Nunca levou muito jeito para ficar no meio dos outros. Talvez o amor em mim deva ter nascido para ser solitário, essa é a conclusão.
15/12/08
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um pedido de desculpas atrasado talvez..só isso.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
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