Acordei com uma saudade aguda. Uma quase necessidade de abraçar e beijar e amar. Essas lembranças impressas em mim. E eu corro, e eu ando, e eu vou de encontro com elas. E você, onde está? Onde está o seu cheiro forte de homem e suas ações de menino? Onde está a força de vontade para me mandar longe e manter minha cabeça em frente sem memorias passadas de um eu você inexistente..
Eu quero jogar todos os seus bilhetes fora, eu quero relê-los todos os dias. Eu só os mantenho intactos e fora do meu campo de visão.
Dói recordar. Eu não quero esquecer. Vivo num intervalo perdido entre esses dois pontos para continuar gravando em mim uma meia imagem sua que se torna cada dia mais misteriosa e linda. E confusa; Contenho o ímpeto, não te procuro, não lhe respondo. Chego a não me ouvir quando sua presença se faz. Grito internamente. Permaneço por fora. Faço o que devo, e se me distraio, você retorna ao controle, atordoa minhas ações, quebra alguns pratos, e se despede.
Manhã estupida, chata e estupida, e linda porque o céu está num tom azul iluminado. E brilha, e sorri! E eu sorrio de volta! E você é saudade, e você é gosto. E eu sou espaço, lembrança. Mordida, riso, mãos. Minhas mãos. Elas perambulavam por você, e eram levadas pela sensação de ter; seu semblante tranquilo é o ponto inicial da minha falta.

nenhuma dessas postagens são realmente boas, só são necessárias.
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